Matrícula para os Cursos à Distância

Arquivado em Informações Gerais no dia 20/05/08


O período para efetuar a matrícula para o segundo semestre de 2008 é de 21 de maio a 14 de junho.
Abaixo estão todas as informações sobre cada curso oferecido.
Se alguma informação que você deseja não está no blog, por favor entre em contato conosco através do e-mail ou telefone.

CURSOS OFERECIDOS

Arquivado em Informações Gerais no dia 20/05/08

MODALIDADE FREQUENCIAL

Curso Superior de Teologia (em nível de graduação)
Duração mínima: 8 semestres
Créditos: as disciplinas têm créditos variados, de 2 a 4.
Local: SETEK – Av. Eng. Ludolfo Boehl, 278, Teresópolis – Porto Alegre – RS – CEP 91720-150
Condições mínimas para ingresso:
Certificado de Conclusão de Curso do Ensino Médio (antigo 2º grau).
Carta de apresentação do Bispo Diocesano.
1 foto 3×4.
Prova de seleção.
Preenchimento da ficha de matrícula.
Quando concluído: Certificado de Conclusão do Curso Livre Superior de Teologia.
Objetivo preferencial do curso: formação diaconal/sacerdotal.

MODALIDADE À DISTÂNCIA

Curso Livre Superior de Teologia (em nível de graduação).
Duração mínima: 10 semestres.
Número de créditos: 4 créditos por disciplina a cada semestre.
Número máximo de disciplinas por semestre: 4.
Núcleo-base do curso: SETEK.
Condições mínimas para o ingresso: as mesmas do curso anterior, além de pagamento (por semestre: janeiro a junho – julho a dezembro), por disciplina – ex: Liturgia I – 6 x R$ 55,00 de janeiro a junho, Liturgia II – 6 x R$ 55,00 de julho a dezembro).
Quando concluído: Certificado de Conclusão do Curso Livre Superior de Teologia à distância.
Objetivo preferencial do curso: formação ministerial, diaconal e sacerdotal.

Curso Livre de Imersão em Anglicanismo
Duração mínima: 2 semestres
Número de créditos: 4 créditos por disciplina a cada semestre.
Disciplinas: História do Anglicanismo I, História do Anglicanismo II, Leitura da Bíblia na Perspectiva Anglicana, Liturgia Anglicana, Teologia Anglicana.
Núcleo-base do curso: SETEK.
Condições mínimas para ingresso:
Carta de apresentação do Bispo Diocesano (ou de um clérigo da IEAB, para alunos de outras denominações).
1 foto 3×4.
Preenchimento da ficha de matrícula.
Quando concluído: Certificado de Conclusão do Curso Livre de Imersão em Anglicanismo à distância.
* O valor a ser pago pelo curso, por disciplina, é o mesmo do Curso Livre Superior de Teologia.

Curso Livre de Aprofundamento de Estudos Teológicos
Duração mínima: 2 semestres.
Disciplinas oferecidas no momento: Patrística, Teologia Anglicana.
Núcleo-base do curso: SETEK.
Condições mínimas para ingresso:
Certificado /Diploma de Curso Superior de Teologia, ser clérigo ou postulante às Sagradas Ordens na IEAB.

Diploma/Certificado de Curso Superior de Teologia.
1 foto 3×4.
Preenchimento da ficha de inscrição.
Quando concluído: Certificado de Conclusão do Curso de Aprofundamento de Estudos Teológicos à distância.
* O valor a ser pago pelo curso, por disciplina, é o mesmo do Curso Livre Superior de Teologia.

*IMPORTANTE:
Todo/a aquele/a que desejar cursar uma das modalidades dos Cursos à Distância, deve estar, de alguma forma, ligado/a a um/a clérigo/a ou paróquia da IEAB. Para mais detalhes, entrar em contato com a secretaria do SETEK.

* Informações atualizadas no dia 19 de maio de 2008

CREDO UT INTELLIGAM - Atualizado dia 17/11/06

Arquivado em Informações Gerais no dia 17/11/06


EVELYN UNDERHILL, teóloga mística Anglicana, 15 de Junho.
Uma inspiração para a vocação do SETEK


“Alguém já advertiu que o termo “misticismo” lembra mistério, dá grande importância ao “eu” e termina por “ismo”… Esta pode ser uma lembrança que nos ajude a perceber o poder do misticismo, definido pelo Dicionário Oxford da Igreja Cristã como - um conhecimento imediato de Deus, alcançado na presente vida, através da experiência religiosa pessoal.- Evelyn Underhill encontrou na tradição Anglicana um apreço imorredouro pela doutrina da Encarnação: o viver humano e a experiência humana são santificados pela participação de Deus nesta vida, através de Cristo, e em nós. Mas ela também encontrou no Anglicanismo um profundo respeito pela transcendência, uma distinção clara entre a nossa experiência e a de Deus, com a insistência de que… Deus é completamente Outro; sem esta independência e transcendência não conseguiríamos ter uma relação verdadeira com Deus. Embora para nós como Anglicanos estes preceitos cristãos não se constituam em um “credo” em si, enfatizamos sua proeminência teológica para uma vida e testemunho desassombrados - ansiosos mesmo - em comprometer este mundo.
O equilíbrio destes dois fundamentos – encarnação e transcendência – é a salvaguarda contra os extremos do misticismo, prevenindo os devaneios pueris que neguem nossa humanidade. A transcendência de Deus, e a nossa – nos protegem de uma espiritualidade que vê a Deus como só mais uma das psicodinâmicas… (fazendo de Deus algo como só de dentro de nós)… ou que nos veja como bactéria microbiana percorrendo o sangue de Deus… (fazendo-nos como algo só de dentro de Deus). Ela ajusta muitas de nossas pobres imagens, que nos têm seja absorvido no outro, inclusive a da noção popular de que Deus está difundido na natureza, negando assim tudo o que é distintivo em nosso ser – e distintivo no ser mesmo de Deus e, que é essencial para as nossas relações uns com os outros. Este equilíbrio se expressa na convicção de Underhill de que a vida mística está simultaneamente aberta à e, ao mesmo tempo, entremeada da experiência de cada dia.
Estas qualidades são essenciais para a espiritualidade. Pois se alguém pode ter uma experiência intensamente pessoal… e uma apreensão de Deus, esta mesma experiência deve estar aberta à crítica, aberta à acolhida ou à rejeição, em nome mesmo do testemunho. Praticar tais experiências pessoais como estritamente privadas rouba aos outros de uma visão mais larga de Deus; esta é uma atitude irresponsável da riqueza da experiência. O nosso Deus é um Deus vivo; o nosso conhecimento pessoal de Deus não pertence a nós somente mas à todos os que participam de nossa experiência humana e estão famintos por um conhecimento mais profundo do que significa ser verdadeiramente humano. Em verdade, deveríamos suspeitar de qualquer evangelho que não fale à nossa condição humana.
A espiritualidade tecida com a experiência é o tecido do nosso ser humano. As malhas de tecido são essencialmente cruciformes, alinhadas e entremeadas tramando-se nos planos vertical e horizontal da Cruz. Uma espiritualidade divorciada da experiência humana nada tem a afirmar; a experiência humana sem o Espírito não tem poder para reunir. O laço que amarre ambas é essencial à integridade da vida do tecido. Evelyn Underhill redescobriu os dons do misticismo que nos permitem ver, com imaginação, o que já foi e o que ainda pode ser, sem fechar ou distrair nossos olhos do que agora ainda é.”


Traduzido do Brightest and Best, A Companion to the Lesser Feasts and Fasts, de Sam Portaro, padre Anglicano, Capelão da Universidade de Chicago.
Cowley Publications, Cambridge, Boston – Massachusetts - 1997


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Arcebispo William Temple
No início de Novembro a Igreja relembra um de seus grandes nomes, William Temple. Ele foi feito Arcebispo de Cantuária em 1942. Seu próprio pai foi também um dos Arcebispos nesta posição suprema do Anglicanismo. William Temple foi anteriormente bispo de Manchester (1921) e Arcebispo de York (1929). Sua morte em 1944, aos sessenta e três anos de idade, foi vista então, e o é ainda, como uma perda pessoal imensa para a Igreja da Inglaterra. Foi considerado como um gigante espiritual, de impressionante capacidade intelectual, emoldurado pela simplicidade devocional dedicada a seu Senhor e Mestre, Jesus Cristo. Foi autor de trabalhos decisivos, em teologia e filosofia, incluindo-se aí Christus Veritas, Mens Creatrix e Readings in St. John’s Gospel, além de Christian Faith and Life. Deste último, uma pequena porção será apresentada a seguir. Hoje, por mais de oitenta anos, sua espiritualidade e sabedoria permanecem com a mesma vitalidade e valor de um clássico da espiritualidade. Seus alunos e ouvintes em Oxford (1931), tiveram suas vidas mudadas pela profundidade, beleza e unicidade da experiência.


Fé em Cristo

O Filho do Homem deve sofrer porque sacrifício é a expressão verdadeira do amor; e Deus, cujo Reino Ele veio para inaugurar é, primeiro e antes de tudo, um Deus de amor, e a resposta que Ele procura é a que os corações amorosos dão ao amor que lhes foi mostrado.
O que testemunhamos aqui é uma vida verdadeiramente humana, humana na mais profunda medida. Mas esta nunca é a última palavra a respeito. Sempre trabalhando através dela, por vezes até quebrando com o molde humano, surge o poder Divino para que os seres humanos pensem sobre como Ele é, e percebam que, assim como estão com Ele, saúdam ainda Sua glória, a glória do Unigênito do Pai, sem nada que o separe do Pai e, por isso mesmo, diferente de todo santo, em qualquer parte do mundo. Nele, há o sentido de contínua e perfeita intimidade com o Pai, uma intimidade na qual pode agir em todas as relações da vida, já que nasce de confiança e segurança absolutas.
Ele não necessita repousar em autoridade do passado ou em outros mestres. Mas em si próprio. Ele age com a manifesta autoridade de Deus; Ele é o criador Verbo de Deus. Nele devemos ver qual o propósito de Deus ao criar o mundo e nós mesmos. Assim como isso se mostra em nossa natureza, Ele se faz o Cabeça de nossa raça, em quem, agora, podemos reconhecê-lo.
Lembremos que a Fé Cristã não é, primeiro e acima de tudo, uma religião; é, primeiro e mais que tudo, uma revelação; Ela surge diante de nós, principalmente, não como uma declaração de sentimentos que devamos cultivar; mas, primeiro e antes de tudo, como o anúncio de quem Deus é, tal como O experimentamos naquilo que Ele tem feito.
Ele vem a nós apontando ao silêncio, mas não ordenando… e sim rogando. Ele não nos pede somente pela obediência, mas por simpatia; o que Ele acima de tudo deseja é nosso afeto – para que nosso desejo seja o de fazer o que O agrada. Quando nos sentimos assim com relação a todos na terra, podemos considerar a isso como amor a Ele dedicado. Devemos alcançar o ponto de tanto desejar fazer o que agrada a Deus que isto esteja acima de qualquer outra razão. Só podemos fazer isso em Sua comunhão – não sem ela… O teste de nossa fé estará sempre em nossa prática.”
Extrato de Christian Faith and Life, Treasures from the Spiritual Classics
A. R. Mowbray & Co. Ltd., 1981

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Comunhão dos Santos


“Nossa compreensão mais profunda da Comunhão dos Santos aponta não só para o entendimento a respeito dos santos mas para nossa compreensão sobre a natureza da oração. Se a oração for formatada por nossas próprias necessidades e pedidos, facilmente penderemos no sentido de pensar dos santos como aqueles que respondem nossas orações e nos alcançam favores. Se, no entanto, nossa oração for esboçada pela vocação de glorificar a Deus e pela busca de Sua vontade e Seu Reino, seremos erguidos acima de nós mesmos, na companhia daqueles que no paraíso e no céu buscam a mesma glória e a refletem. Na grande família dos santos de Deus podemos pedir pelas orações daqueles que já estão mais próximos da Sua visão, e podemos também rezar por todos os que estão na terra ou no céu. Mas não podemos esquecer que esta família inclui os fracos e os que lutam, assim como nós mesmos. Nossa santidade é muito frágil diante do que o mundo de nós exige. A oração deve lembrar tanto os fracos como os fortes e, se formos fiéis, ela alcançará a ambo,s uma vez que a glória de Cristo anda sempre junta com Sua compaixão. Isto é o que significa afirmar – Creio na Comunhão dos Santos.” Arcebispo Michael Ramsey, Gateway to God


Para Rezar: “Ó Deus Onipotente, que no corpo místico de teu Filho nosso Senhor vinculaste todos os teus escolhidos em uma só comunhão e irmandade; Concede-nos graça para de tal modo imitarmos, em vida e virtude, teus bem-aventurados santos, que cheguemos a fruir as inefáveis bênçãos reservadas àqueles que te amam sinceramente; mediante Jesus Cristo, nosso Senhor. Amém.” LOC, Coleta apara Festa de Todos os Santos

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Todos os Santos (Apocalipse 22.4)

“Os seus servos O servirão, contemplarão a Sua face, e nas suas frontes está o nome dele.”
O início de Novembro nos abre a estação de Todos os Santos, quando lembramos com louvor a ação de graças de todos aqueles que já seguiram antes de nós. Nos últimos tempos, muitas de nossas paróquias incluem ainda o dia de Todas as Almas ou, como a Liturgia ensina, a Comemoração pelos Fiéis que Partiram. Este é um tempo muito inspirador do Ano Cristão. Nele recordamos aqueles a quem conhecemos e amamos mas não mais os vemos.
De um modo geral a sociedade dos nossos dias se satisfaz em negar a morte, e esquecer os que já partiram. Eles permanecem mas somente como que “notas de roda-pé” em nossas vidas. Letrinhas pequenas…
Obcecados com a saúde (dieta, tratamentos, vitaminas, beleza física, ginástica com aparelhos, etc…) tendemos a ignorar a morte. Ela, no entanto, virá, para cada um de nós, de uma única vez. Como os nossos mortos são lembranças “difíceis” deste fato, nós os “guardamos” com um certo embaraço.
Em verdade, ouve-se poucos bons sermões sobre a morte, sobre os que estão morrendo e os que já partiram. Isto não se dá pela pobreza do ensino da Igreja! Há razões menos nobres que explicam tanta indigência. O céu e o inferno são raramente ensinados. Quem pode lembrar a última vez que ouviu, da sabedoria da Igreja, sobre estes fatos, em sua paróquia? Todos os Santos é hoje ainda mais vital. Este festival pode reequilibrar a balança.
A Igreja primitiva sempre foi atenta sobre seus membros que estão, na expressão de São Paulo, “em Cristo”, Os primeiros cristãos olhavam para o porvir de Deus com jubilosa esperança, antecipando o dia da ressurreição, quando todos então serão reunidos. Os fiéis que partiram eram honrados como testemunhos, como um exército invisível de santos rezando por nós em doce comunhão.
Pelo menos uma vez por ano, experimentamos com seriedade que grande parte da Igreja de Deus não mais luta nesta terra mas vive, triunfante, no céu. Nós todos esperamos, com grande anseio e antecipação, pelo grande dia, quando a morte não mais será! Dom Luiz O. P. Prado

Para rezar: “Misericordiosíssimo Pai, que foste servido chamar a ti as almas de teus filhos e filhas; concede a nós que ainda estamos em nossa peregrinação, e que andamos ainda por fé, que tendo na terra servido constantemente a ti, sejamos reunidos um dia com os teus santos benditos na glória eterna; por Jesus Cristo nosso Senhor. Amém.” LOC, página 336

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A Morte e a Comunhão dos Santos

“A Preparação para a Morte”

A morte é a chave de nossa atitude para com a vida. As pessoas que têm medo da morte têm também medo da vida. É impossível não ter medo da vida com toda a sua complexidade e perigos, se permanecemos presos ao medo da morte. Isto mostra que solucionar o problema da morte não é um luxo. Se tivermos medo da morte jamais estaremos aptos a assumir riscos últimos; gastaremos nossa vida em covardia, de forma tímida e omissa. Somente se conseguirmos encarar a morte é que dela poderemos também fazer sentido, além de determinar o seu e o nosso lugar . Só assim seremos capazes de viver de forma destemida, na plenitude de nossos dons. Freqüentemente aguardamos pelo fim de nossas vidas para poder encarar a morte, enquanto que poderíamos ter vivido muito diferentemente se simplesmente a tivéssemos enfrentado.
Na maior parte das vezes vivemos como se estivéssemos esboçando um rascunho para a vida que viveremos mais tarde. Vivemos, não de uma forma definitiva, mas provisoriamente, como que preparando-nos para o dia em que realmente começaremos a viver. Somos como pessoas que redigem um rascunho bruto, com a intenção de elaborar uma cópia melhor, mais tarde. Mas a versão final jamais é escrita. A morte nos surpreende antes que tenhamos tido tempo, ou até mesmo um desejo muito genérico, de firmar a formulação definitiva.
A injunção “lembrem-se da morte” não é um chamamento para que se viva sob um sentido de terror pela consciência constante de que a morte nos vai levar. Antes, significa: “Estejam conscientes do fato de que aquilo que agora dizem, fazem, escutam, perseveram ou recebem pode ser mesmo o último evento ou experiência da vida presente.” Neste caso, deve tratar-se de algo como um coroamento e não derrota; o cume e não depressão. Se somente compreendermos, quando convivemos com alguém, que este poderá ser o último momento da vida, dela ou nosso, certamente seremos muito mais intensos, muito mais atentos às palavras que falamos e às coisas que fazemos.
Somente a lembrança da morte dará a esta vida a percepção de sua urgência e profundidade, trazendo vida à vida, tornando-a tão intensa que sua totalidade se resume no momento presente. Toda vida é, a cada momento, um ato último.

Metropolita Anthony de Sourozh

“Todo dia recorde esta oração em sua mente, repetindo-a para consigo mesmo, tanto quanto possível: - Senhor, tem misericórdia de todos os que se apresentam hoje diante de Ti. – Pois a cada hora e momento milhares de pessoas partem desta vida e suas almas se apresentam diante de Deus – e quantos, dentre eles, partem em solidão, desconhecidos, tristes e rejeitados porque ninguém por eles se entristece, ou mesmo se preocupa se ainda estão vivos ou não! E então, talvez, desde o outro lado da Terra, sua oração pelo repouso de suas almas se erguerá até Deus, embora você jamais os tenha conhecido, ou eles a você. Como deve ser profundamente comovente para uma alma humana, ao se apresentar em temor e tremor diante do Senhor, saber que naquele momento mesmo, há alguém para rezar por ele, e que há ainda uma criatura irmã, aqui na Terra, que o (a) ama. E Deus olhará sobre vocês dois muito mais favoravelmente, pois se você teve tanta piedade para com eles (elas), como será, muito mais, a piedade de Deus, pois Deus é infinitamente mais amoroso e misericordioso que você! Eles ou elas serão perdoados por causa de você!”

Fyodor Dostoevsky
Os Discursos do Padre Zossima

Seasons of the Spirit
Selected by George Every
Richard Harries
Kallistos Ware

BIBLIOTECA MEMORIAL BISPO WILLIAM THOMAS

Arquivado em Informações Gerais no dia 30/10/06

A Biblioteca Memorial Bispo William Thomas ( o segundo bispo da Igreja e muito interessado na área da educação) é uma biblioteca especializada, contendo em sua grande maioria obras voltadas para a Teologia e Bíblia e áreas complementares, tais como: Liturgia, História da Igreja, Sociologia, Pastoral, etc.
Dispondo de cerca de 19.000 (dezenove mil) volumes, está aberta à comunidade, particularmente a anglicana. Ela tem muitas obras escritas em inglês, algumas delas raridades, e teve um grande impulso, na década de 60, pela ação do saudoso bispo Dom Sumio Takatsu, quando o Seminário Nacional encontrava-se em São Paulo.
A nossa biblioteca vem sendo atualizada, na medida do possível, com doações e aquisições. Algumas obras dispõem de mais de uma cópia, para que as turmas do SETEK possam fazer uso individual de cada volume. Anexa à ela, existe uma sala de leitura, para manuseio de obras que não podem deixar a biblioteca e, também, para estudos particulares. Esta sala denomina-se “Sala de Leitura Dom Sumio Takatsu” , dedicada a um grande Mestre da Educação Teológica na IEAB.