01 Junho de 2008 • Trindade II
Deuteronômio 11.18, 26-28
Salmo 31
Carta aos Romanos 3.21-25, 28
Evangelho de São Mateus 7.21-27
“… nosso Senhor Jesus Cristo: ele era rico, mas se fez pobre por causa de vocês, para que vocês se tornassem ricos por meio de sua pobreza.” Gateway to God , Arcebispo Michael Ramsey
A Fonte da Verdade
Mas a doutrina de Cristo significa bem mais que o Jesus histórico.
Temos conosco o padrão de fé estabelecido no Credo, desde o “Deus Pai Todo-Poderoso” até “…a ressurreição dos mortos e a vida do mundo vindouro”. Não devemos tratar a doutrina do Credo como uma relação de itens impessoais, como se fosse uma pilha de tijolos. Tratemos o todo como a doutrina de Cristo, como tantos outros aspectos do mistério do qual ele é o centro.
O Pai Todo Poderoso declara seu poder principalmente ao mostrar misericórdia e perdão – misericórdia e perdão da Encarnação de Cristo. Novamente, a Santa Igreja Católica de Cristo é a família mesma de Cristo, seu lar. A Comunhão dos Santos é a companhia daqueles que refletem a glória de Cristo, e o céu é o gozo do brilho de Cristo. Veja a doutrina cristã desta forma e ela fará toda a diferença para seu estudo.
Considere o estudo mais como renovação profunda, de dentro, fonte cheia de vida que é o Cristo mesmo.” 
As Riquezas de Cristo
II Carta aos Coríntios 8.9
As riquezas que Cristo reparte conosco são a Sua glória, Seu poder e Sua alegria.
A glória de Cristo é o amor que se doa, visto em Sua vida e morte. Ela reparte isso conosco e o faz em verdade pelo Bendito Sacramento. O poder de Cristo é uma forma de poder que os seres humanos acham difícil compreender: não é o poder do privilégio e da superioridade sobre outras pessoas, mas o poder mais sutil da influência amorosa, da conquista das mentes e consciências para a verdade.
Nós, cristãos, somos chamados a ter na glória de Cristo a nossa própria e no poder de Cristo, também o nosso. Com estes dons teremos a alegria.
Andemos até Belém mais uma vez. Vejamos o estábulo e a criança. E sabendo que Ele é Deus feito Homem, sabendo que Ele que é rico se fez pobre por nós, podemos ajoelhar no escuro e no frio que símbolos da frieza da raça humana, e rezar, com uma devoção que jamais tivemos antes, a doxologia ao final da Oração do Pai Nosso: “… pois Teu é o Reino, o poder e a glória, para sempre. Amém.”
Editado por Lorna Kendall – Darton, Longman and Todd, Londres 1989




